Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares nasceu no Porto. Licenciou-se em Direito, mas viria a abandonar a advocacia pelo jornalismo e, mais tarde, o jornalismo pelo comentário e pela escrita literária. Trabalhou em jornais, revistas e televisão, tendo conquistado diversos prémios como repórter, entre os quais o Grande Prémio de Jornalismo do Clube Português de Imprensa e o Tucano de Ouro, 1º Prémio de reportagem televisiva no FestRio – Festival de Televisão e Cinema do Rio de Janeiro.

Foi um dos fundadores da revista Grande Reportagem, que dirigiu durante 10 anos, tornando-a uma marca de referência no panorama jornalístico português. Como comentador político, mantém, há vinte anos, uma presença constante – hoje na SIC e no jornal Expresso – onde a sua reconhecida independência arrasta fiéis e acumula inimigos.

Depois de incursões na literatura infantil e de viagens, estreou-se na ficção com Não te deixarei morrer, David Crockett (2001) um conjunto de contos e textos dispersos. Em 2003, publicou o seu primeiro romance, Equador, que vendeu mais de 400.000 exemplares em Portugal, foi traduzido em 12 línguas e editado em cerca de 30 países, e adaptado para televisão em Portugal e no Brasil.

Seguiram-se os romances Rio das Flores (2007), No teu Deserto (2009) e Madrugada Suja (2013) todos bem recebidos pela crítica e pelos leitores. A sua última publicação, Não se Encontra o que Se procura (2014), é um livro de contos e histórias que inclui textos de ficção e não ficção. Ao longo de 20 anos, Miguel Sousa Tavares tem 16 livros editados com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.