Um Dia Haverá

de

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Do confronto entre gerações aos imperativos de uma nova normalidade económica,  António Bagão Félix reflecte sobre a nossa 
sociedade e impele-nos a construir um mundo mais humano e em harmonia com a natureza. 


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ISBN: 9789897245305 Edição ou reimpressão: Julho de 2020 Páginas: 314 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 0.00 cm Peso: 300 Categoria: Temática:

Um dia haverá em que as minhas netas irão contar aos seus filhos e netos  que jamais devemos perder a liberdade de chorar e o encanto de sonhar.

Um dia haverá em que as minhas netas irão contar aos seus filhos e netos  que só amando a natureza nos tornamos dignos da nossa condição humana.

Um dia haverá em que as minhas netas irão contar aos seus filhos e netos  que a mudança no mundo, para ser renovadora e esperançosa, tem de unir a lucidez da velhice com o sonho de criança.

Entre circunstâncias e singularidades do nosso viver, António Bagão Félix aborda alguns dos temas fundamentais da sociedade actual, tais como a preocupação por uma economia mais humanizada, as imperativas questões de natureza ética, o futuro da instituição da família, a apreciação da velhice e o desafio da demografia. Na sua visão de católico, o autor aborda ainda questões como a fé, a espiritualidade e o travejamento doutrinário e social da Igreja. 

Bagão Félix procura o porquê e o para quê das coisas infinitas do mundo e alerta para que não confundamos o ser-se feliz com o estar-se feliz. Neste livro, o autor partilha o seu amor pelas palavras e pela natureza e o fascínio por uma árvore no meio de todas as outras – a Ginkgo biloba -, carinhosamente chamada «árvore do avô e do neto», solidária expressão geracional de crescimento, maturidade, longevidade e partilha.

Num mundo em mudança acentuada, o que ontem era importante, hoje passou a ser dispensável. O que ontem era urgente, diluiu-se na sua quase sempre falsa pressa. É preciso pensar para além do mero e descartável actualismo e despertar para valores referenciais da vida.

Bagão Félix dá testemunho das suas convicções decantadas ao longo dos anos. E procura, através das suas respostas, compreender as suas próprias interrogações e de as enriquecer entre a concordância e a divergência.