Ninguém Disse Que Isto Ia Ser Fácil

de

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As relações são mesmo complicadas ou somos nós que complicamos? Um livro divertido e sempre atual.


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ISBN: 9789897240171 Edição ou reimpressão: Setembro de 2012 Páginas: 232 Dimensões: 23.50 x 16.00 x 1.00 cm Peso: 364 Categoria: Temática:

Zero de preconceitos: Paulo Farinha está mais do que à vontade a escrever sobre as relações humanas, tanto assim é que assina há vários anos a crónica «Isto não é o que Parece» na revista Notícias Magazine. Não é de estranhar, portanto, que se estreie nos livros a escrever sobre tudo o que é possível existir numa relação a dois: o amor, o ciúme, a paixão, o sexo, as traições, as conquistas, as dúvidas, o namoro, o casamento, a gestão da vida em comum e isso de manter a chama acesa ou ter a coragem para a apagar de uma vez por todas. Mas não só. Aqui cabem também muitas histórias que se passam antes, durante ou depois das relações a dois – e "qualquer semelhança com a realidade não é coincidência coisíssima nenhuma", diz o autor.

Estas podem ser as nossas próprias histórias, ou de alguém com quem partilhamos a mesa, a cama e a vida. Talvez não se revejam em tudo isto, talvez se revejam em alguma coisa, talvez não se revejam em nada. Talvez já tenham ouvido falar fulano, que conhece beltrano, que veio a saber que alguém viveu uma situação parecida. Seja qual for o vosso caso, alguma coisa soará familiar, escreve Paulo Farinha. 

Cláudia, Gonçalo, António, Andreia, Sandra, Octávio e Marta são os personagens que vivem as situações reais em que o autor se baseou. São deles as histórias de Ninguém Disse que Isto ia Ser Fácil, escritas com sentido de humor e focadas nas diferenças entre homens e mulheres e nos clichés de género – as mesmas histórias, atuais e pertinentes, que deixam o leitor a pensar nas suas próprias relações e em como é possível sobreviver neste mundo tecnológico, construir uma relação estável e tentar ser feliz.



Paulo Farinha parece um fotógrafo que empunha palavras, e não película, e oferece, com volúpia, o mundo em que vivemos. (...) Para alguém da minha geração, o melhor elogio devido ao livro do Paulo é que cada texto pode servir de ponto de partida à reflexão que nos aproxima da lucidez. Não uma lucidez etérea, auto -suficiente, a roçar o snobismo intelectual, mas a que nos permite sacudir o jugo que uma sociedade capitalista de consumo nos vem tentando impor – transformar-nos em consumidores acéfalos, que têm mas não são, reagem mas não agem, vivem mas não têm vidas próprias, ouvem mas não escutam, olham mas não vêem, pedem mas não oferecem, desejam mas não amam. Razão mais do que suficiente para lhe agradecer. Júlio Machado Vaz in Prefácio