O Grande Embuste

de

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Que factos estão efetivamente provados sobre o que aconteceu naquela quinta-feira, 4 de Dezembro de 1980? Que verdade conhecem os portugueses? 


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ISBN: 9789897240652 Edição ou reimpressão: Páginas: 220 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 0.00 cm Peso: 320 Categoria: Temática:

Para Barata-Feyo, jornalista e autor do livro, o “caso Camarate” é a imagem reduzida do nosso mundo político, onde se projeta o oportunismo e a vacuidade, mas também as trevas ancestrais que nos afligem enquanto povo – a ignorância, a crendice, a resignação, o sebstianismo redentor.

Os números são elucidativos. Desde 1980, o processo já foi apreciado por 32 magistrados - 25 em Portugal e 7 no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. No conjunto das instâncias judiciais, foram ouvidas mais de 200 testemunhas e ponderados os pareceres e relatórios de uma centena de peritos. No Parlamento, através das Comissões de Inquérito, o caso foi investigado por um total de 190 deputados que ultrapassaram as 250 reuniões e ouviram 275 depoentes. Quase 33 anos depois, a 10.ª Comissão parlamentar continua a investigar o “Caso Camarate”na tentativa de descobrir qual o móbil do crime, quais os autores materiais do atentado e os seus comanditários. Como se chegou aqui? Que verdade conhecem os portugueses? Que factos estão efetivamente provados? Quais os fundamentos das teorias de acidente ou de sabotagem? Quem contribuiu para este processo tão complexo e obscuro?

(…)
Com base nas decisões dos Tribunais, nas conclusões das Comissões Parlamentares publicadas pela Assembleia da República, nos livros escritos sobre o “caso Camarate” e em 30 anos de conhecimento próprio do dossier, o presente livro quer responder às questões que alimentam o desacordo entre os Tribunais e o Parlamento. Todos os livros até agora escritos sobre Camarate defendem a tese do atentado. Alguns refletem convicções profundas, outros apenas especulações. Pelo meu lado, escrevo porque acho que devo este livro ao jornalismo e às instituições democráticas que nasceram com a Liberdade.