Madrugada Suja

de

20,00€ 14,00€*

#1 TOP DE VENDAS

Através de três histórias que se cruzam, desde uma aldeia deserta até ao topo do poder, Miguel Sousa Tavares retrata de forma surpreendente o Portugal que construímos.


PORTES: GRÁTIS DISPONIBILIDADE: Em Stock DESCONTO IMEDIATO DE 30% * DESCONTO VÁLIDO DE 07/11/2018 ATÉ 29/11/2018 Sobre preços e promoções consulte as nossas Condições Gerais de Venda.
ISBN: 9789897240720 Páginas: 352 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 2.20 cm Peso: 342 Categoria: Temática:

No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que vai perseguir os seus protagonistas durante anos. Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto.

Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu. As circunstâncias do seu trabalho levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido. Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e em simultâneo o dos protagonistas daquela madrugada suja e daquela intriga política. Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente.



«Um retrato de um país tão reconhecível que não há ficção que o consiga disfarçar.» Time Out

«E mesmo que Sousa Tavares baralhe deliberadamente alguns dados e invente nomes que não existem para aldeias e concelhos que existem, a verdade é que o livro corre a galope no sentido de nos obrigar a olhar para o real.» Expresso

«O romance não cria escapatória ao real, ao reflexo no espelho do que somos, do que ainda é Portugal.» Expresso

(É) «de leitura desenvolta e com uma trama que enleia todos os episódios que marcaram decididamente este passado recente.» Diário de Notícias

(É) «um livro onde emerge a experiência de Miguel Sousa Tavares como jornalista de investigação.» Público

«Uma história atual de remorso por um crime não expiado.» Visão