Céu de Chumbo

de

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Baseado em factos e pessoas reais, este thriller histórico combina habilmente momentos de suspense com uma reflexão inteligente acerca dos desafios da vida, das suas reviravoltas e sobressaltos. 


PORTES: Sujeito a portes DISPONIBILIDADE: Em Stock DESCONTO IMEDIATO DE 30% * DESCONTO VÁLIDO DE 12/04/2019 ATÉ 30/04/2019 Sobre preços e promoções consulte as nossas Condições Gerais de Venda.
ISBN: 9789897241734 Edição ou reimpressão: Outubro de 2014 Páginas: 420 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 2.40 cm Peso: 405 Categoria: Temática:

Ben Pastor nasceu em Roma mas vive nos Estados Unidos há trinta anos. É considerada uma das escritoras com mais talento no campo da ficção histórica e policial e tem conquistado os leitores e a crítica internacional com romances absorventes, vivos e sofisticados. Este é um desses livros. 

Céu de Chumbo é sobre a história de um oficial alemão durante a Segunda Guerra. Martin Bora é um feroz soldado ao serviço de Hitler e das suas quimeras expansionistas. Mas é também um homem de carácter e humano nas suas escolhas, dando corpo às diversas contradições na vida de uma pessoa ao serviço de um Estado criminoso. 

Martin-Heinz Douglas Wilhelm Friedrich von Bora, nascido em 1913, é um jovem cujas aventuras ficcionadas atravessam um dos períodos mais marcantes da História: 1937-1945, abrangendo a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial. As suas características são muito próximas das do coronel Claus Schenk von Stauffenberg. No entanto, Bora distingue-se pela sua consciência política, culminando em vários atos de desobediência diária. Aproxima-se, a esse nível, de Oskar Schindler, oficial alemão que salvou vários judeus na Polónia, esclarece a autora nas primeiras páginas do livro. 


«Um romance impressionante e inteligente.» The Times
«Ben Pastor é uma das mais impressionantes renovadoras do romance histórico negro. Esta obra revela uma escrita envolvente, bem como a sua habilidade para evocar uma época. (...) Ben Pastor é a dama do thriller histórico que desafia Dan Brown.» La Repubblica