É Preciso Acreditar!

de

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A força da religião, da espiritualidade, da fé e da superstição. Ou a confirmação de como tudo isto nos traz saúde e felicidade . 


PORTES: GRÁTIS DISPONIBILIDADE: Em Stock DESCONTO IMEDIATO DE 10% * DESCONTO VÁLIDO PARA O DIA 15/12/2019 Sobre preços e promoções consulte as nossas Condições Gerais de Venda.
ISBN: 9789897241987 Edição ou reimpressão: Páginas: 320 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 1.90 cm Peso: 624 Categoria: Temática:

Matthew Hutson, que se confessa ateísta, tem formação superior em neurociência cognitiva pela Universidade de Brown e em escrita científica pelo MIT. Foi editor de notícias da Psychology Today durante quatro anos e colaborou com diversas publicações prestigiadas nos Estados Unidos. É Preciso Acreditar! é o seu primeiro livro. 

Baseado em pesquisas científicas em várias áreas, da psicologia à neurociência, este livro explica a existência e a importância do pensamento mágico na vida de cada um de nós. Matthew Hutson demonstra que todos nós, mesmo o mais cético dos céticos, envereda por pensamentos mágicos com frequência, os quais podem ser usados em nosso benefício, desde que os saibamos aproveitar.

Tendo como base conhecimentos na área da ciência cognitiva, neurociência, psicologia e antropologia, Hutson afirma que o pensamento mágico tem sido tão útil ao longo dos tempos que está profundamente enraizado nos nossos cérebros. Encoraja-nos a pensar que temos vontade própria. Ajuda-nos a acreditar que temos um propósito na vida. Pode, inclusive, proteger-nos da consciência paralisante da nossa mortalidade. Por outras palavras: o pensamento mágico é uma forma completamente irracional de dar sentido às nossas vidas.



Cinco estrelas.» BBC Focus

«Um dos melhores livros de não ficção do ano.» Discover

«Uma exploração luminosa sobre a ciência das convicções irracionais.» Publisher’s Weekly

«Um livro provocador. Vivamente recomendado.» Booklist

«A defesa convincente do papel essencial que o pensamento mágico tem para tornar a vida mais compreensível e menos assustadora.» The Sunday Times