Quero Acreditar

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Laurinda Alves tem uma crença inabalável nas pessoas e na sua capacidade de transformação. Quero Acreditar desafia o leitor a agir na certeza de que pequenos gestos levam a grandes conquistas. 


PORTES: Sujeito a portes DISPONIBILIDADE: Em Stock DESCONTO IMEDIATO DE 50% * DESCONTO VÁLIDO DE 20/05/2020 ATÉ 03/06/2020 Sobre preços e promoções consulte as nossas Condições Gerais de Venda.
ISBN: 9789897243363 Edição ou reimpressão: Dezembro de 2016 Páginas: 288 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 1.90 cm Peso: 430 Categoria: Temática:

ABRIR O CORAÇÃO (Capítulo I)
Todas as relações habitam uma espécie de estaleiro perpétuo, por isso, aquilo que dizemos ou fazemos hoje pode destruir muito do que conseguimos edificar até ontem. Uma palavra, um gesto, uma traição podem fazer desabar um edifício de confiança.

DE DENTRO PARA FORA (Capítulo II)
À medida que o tempo passa e as doenças avançam, percebemos que não existem pais perfeitos nem filhos ideais. Todos passamos pela experiência dos sentimentos contraditórios, pelas fases de maior nostalgia em que apetece ser apenas filho, voltar à infância (…), recusar o envelhecimento, fingir eu está tudo melhor do que realmente está, mas também por momentos de zanga, frustração, impaciência, raiva, confusão, alheamento e rejeição, que alternam inexplicavelmente com tempos de ternura, dedicação, amor e compaixão. Trazemos em nós tudo isto e muito mais. 

AFASTAR O QUE NOS FAZ MAL (Capítulo III)
Estes «vampiros» modernos esvaziam sentimentos e forças, levam-nos à exaustão, exigem que lhes demos o tempo que temos e não temos, sem darem nada em troca. Podem ser muito gentis e parecer frágeis, dependentes ou vulneráveis, mas também podem ter mau feitio e parecer muito zangados. Há de todos os géneros e o traço comum é a vitimização e uma inclinação patológica à conspiração. Muitos são conspirativos. A culpa é sempre dos outros, nunca deles.

RE-HUMANIZAR O OLHAR (Capítulo IV)
Pesam-nos as ameaças (todas e tantas, de tantos quadrantes!), atordoam-nos os números, desesperam-nos certas imagens, indignam-nos gestos e gritos que vemos e ouvimos repetidas vezes, chocam-nos os muros e os imensos rolos de arame farpado, mas muitos de nós acabamos por ser tomados por uma paralisia que nasce da dor, da frustração e da sensação de impotência. É pena, porque re-humanizar o olhar passa por agir. 

ESPERANÇA NUM MUNDO MELHOR (Capítulo IV)
Passamos a vida a identificar boas práticas e a relatar boas notícias de gente de fora. Pessoas que vivem e trabalham em países mais ou menos remotos e nos fascinam por uma razão ou outra, mas esquecemo-nos de que nós, os portugueses, estamos sempre a fazer história.

Assumindo que escreve para poder gritar e certa de que todos podemos ajudar a tornar o mundo um sítio melhor, Laurinda Alves termina exclamando: Que seria do mundo sem os portugueses!