Irmãos de Armas

de

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António Brito foi mobilizado para a guerra em Moçambique, onde participou em algumas das mais importantes operações militares da Guerra Colonial. Depois da desmobilização licenciou-se em Direito, foi diretor de várias empresas multinacionais, formador e consultor. Mais tarde estreou-se na ficção e desde então não tem parado de escrever. Este é o seu mais recente romance.


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ISBN: 9789897243370 Edição ou reimpressão: Dezembro de 2016 Páginas: 388 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 2.20 cm Peso: 650 Categoria: Temática:

Esta é a história dos Rolling Stones, treinados e armados para o combate na floresta. Irmãos de armas, sobreviveram a mortes e desvarios. Quando os desmobilizaram, largaram-nos no mundo, incapazes de sobreviver sem guerra. Só as mulheres da sua vida os ampararam e amaram na adversidade.

Tudo começou no Dondo, Moçambique, em Setembro de 1970. Ou talvez antes. António Brito começa por apresentar ao leitor os protagonistas da narrativa, rapazes criados entre misérias várias, pés descalços e vestuário remendado, que encontramos mais tarde de espingarda na mão e turras debaixo de mira. 

Nesta matilha de caçadores, destaque para o Príncipe. 
«Fiquei satisfeito por o boss me ter escolhido. De imediato fiz três coisas que um líder deve fazer: a) disse aos homens que os dias de roçar o cu nas esquinas chegara ao fim; b) íamos ser lançados às feras para lhes infernizar a vida; c) tinham um dia para ir às putas e desenferrujar o pincel. Depois, nem tempo haveria para tocar punhetas. Sorriram. Gostei de os ver animados.»

Inspirado na experiência do autor na Guerra Colonial, Irmão de Armas contém uma riqueza linguística e de detalhes que facilmente nos transportam para o cenário de guerra. A escrita é cinematográfica, o ritmo frenético.