Os Nove Magníficos

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Os grandes reis da História de Portugal segundo Helena Sacadura Cabral. 


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ISBN: 9789897243882 Edição ou reimpressão: Outubro de 2017 Páginas: 304 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 1.80 cm Peso: 488 Categoria: Temática:

Depois de As Nove Magníficas, eis Os Nove Magníficos, um livro que reúne um olhar único sobre governantes excecionais da História de Portugal. Estes são os monarcas eleitos pela autora. 

D. Afonso Henriques: Foi, seguramente, um excelente político – com toda a carga positiva e negativa que tal afirmação comporta –, um estratega militar, um hábil negociador com a Igreja e com aqueles com quem discutiu a obediência, um homem aberto à inovação. Foi, enfim, o executor de um projeto que recebera de seus pais, mas ao qual soube dar uma nova dimensão.

D. Dinis foi um homem de carácter forte e determinado e, não raras vezes, mesmo obstinado no reforço do poder régio. Um homem pragmático, inegavelmente inteligente, como evi‑ dencia a forma como gizou, desde o início, as linhas mestras da política interna, que revelam as suas grandes capacidades de planeamento e de previsão.

D. João I: Controlou e regulou a corte, foi obreiro do protocolo e etiqueta régia, e definiu, com a mulher e os filhos, os modelos que deveriam ser seguidos pelos súbditos, construindo, deste modo, uma memória iconográfica que perduraria no tempo.

D. João (II) não foi um santo. Mas a História vê ‑o como um monarca responsável, pautado pela afirmação de um poder régio que assenta na preocupação de justiça, a que não será alheia uma certa aura de santidade ou pelo menos de quase perfeição.

D. Manuel I foi um homem do seu tempo, perfeitamente enquadrado pelos ventos da História. Instalado numa zona que o projetava para o oceano, para a descoberta de novos mundos. Ele foi, simultaneamente, o ator e o espectador de uma época rica, mas eivada de uma enorme turbulência.

Devo confessar que D. João IV não é, para mim, uma personagem muito fascinante. Mas está ligado, para sempre, à independência do meu país e, à sua maneira, pese embora as vicissitudes por que passou, foi um rei que se esforçou por dar a Portugal e à dinastia a que pertenceu o melhor de si próprio.

Ao longo dos anos, haviam de surgir diversas versões, mas até hoje nada de concreto se apurou. Os vários representantes europeus em Portugal relataram o atentado, uns dizendo que o rei vinha de casa da amante e outros acreditando que fora a rainha a preparar o atentado, pensando que dentro da carruagem viria D. Teresa de Távora. Porém, a única certeza que temos é a de que D. José I foi baleado.

Não é fácil fazer propriamente um balanço deste reinado ou do Governo. Os tempos de D. João VI foram muito conturbados. Enquanto esteve no Brasil, dotou ‑o de todas as instituições necessárias para o tornar a sede da monarquia, como detalhamos nesta biografia. Quando regressa ao país de que havia fugido anos antes, é recebido com golpes e contragolpes revolucionários que colocam a sua monarquia e a sua cabeça a prémio.

D. Carlos foi o primeiro rei de Portugal a morrer vítima de um trágico atentado. Era considerado pelos seus contemporâneos um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com exceção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias.