Adeus, Princesa

de

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Uma história envolvente e uma caracterização social verdadeiramente apurada fazem de Adeus, Princesa um romance intemporal. Veja-se o drama terrível que em 1985 dizia estritamente respeito ao Alentejo e que se apoderou hoje do país inteiro.


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ISBN: 9789898452962 Edição ou reimpressão: Páginas: 328 Dimensões: 23.50 x 16.00 x 1.00 cm Peso: 914 Categoria: Temática:

Romance incontornável na carreira literária de Clara Pinto Correia, Adeus, Princesa foi um dos romances da década de 80. Vasco Pulido Valente, Vasco Graça Moura, Urbano Tavares Rodrigues e Assis Pacheco, entre outros, não lhe pouparam elogios. 

Estamos em 1985 e tudo começa com um crime. Numa vila alentejana uma rapariga do liceu, Mitó, é a principal suspeita da morte do seu namorado, um alemão da Base Aérea de Beja. Um jornalista e um fotógrafo de um jornal de Lisboa tentam, localmente, recolher informações, testemunhos e elementos sobre um caso que está longe de ser simples. Na verdade, cada um tem uma versão muito pessoal dos factos e os diversos pontos de vista revelam-se contraditórios.

Na sequência do 25 de Abril, na febre de um processo então celebrado e triunfal a que se deu o nome de Reforma Agrária, os proprietários foram expulsos e os camponeses ocuparam-lhes as terras. Formaram cooperativas. Tinha chegado a hora. A terra, agora, era dos homens e das mulheres que a lavravam. O mundo ia todo ser outro. Muito melhor. 

Dez anos mais tarde, quando o estagiário e o fotógrafo chegam a Beja, já este sonho grandioso se desfez em cacos. As cooperativas agrícolas estão a desaparecer, a sociedade está decadente, as mercearias deixaram de vender fiado, os jovens estão perdidos, os problemas humanos são impressionantes…



«O melhor romance destes últimos anos.» Vasco Pulido Valente, Semanário

«Adeus, Princesa é um dos livros notáveis de 1985.» Vasco Graça Moura

«Uma obra extremamente interessante, plena de irrequietude, de humor, de gozo e desfastio, e também de ternura profunda». Urbano Tavares Rodrigues

«Uma imaginação inquieta e um extraordinário ouvido para as falas coloquiais.» Assis Pacheco