Mundo Global

de

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O historiador Robert B. Marks recorda que o «mundo moderno» não é um legado exclusivamente ocidental, mas sim o resultado de importantes interações entre diferentes partes do globo.

Nesta obra explica como surgiu o nosso mundo global, analisa as mais importantes conquistas e descobertas desde o  início do século XV e alerta para a necessidade de garantir um futuro sustentável para toda a Humanidade.


PORTES: GRÁTIS DISPONIBILIDADE: Em Stock DESCONTO IMEDIATO DE 10% * DESCONTO VÁLIDO PARA O DIA 18/01/2019 Sobre preços e promoções consulte as nossas Condições Gerais de Venda.
ISBN: 9789897244285 Edição ou reimpressão: Outubro de 2018 Páginas: 352 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 0.00 cm Peso: 300 Categoria: Temática:

Qual a verdadeira importância das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo?
De que forma o comércio potenciou as trocas culturais e tecnológicas?
Porque é que nos organizamos em Estados-nações?
Porque é que algumas partes do mundo se industrializaram primeiro?
Como prevaleceu o capitalismo industrial?

Ao longo de mais de 600 anos, desde cerca de 1400 até aos dias de hoje, o autor analisa a emergência do mundo moderno. Baseado em novos estudos académicos, contesta a versão da «ascensão do Ocidente», apresentando uma visão global, integrada e multidisciplinar. 

Esta obra apresenta uma versão da História em que Ásia, África e América também têm um papel determinante. Entre outros aspetos, Marks destaca a semelhança entre as regiões mais avançadas na China, Índia e Europa, as forças humanas e naturais que levaram ao fosso entre as nações industrializadas e as não industrializadas e a crise ambiental. 

Marks aborda ainda o futuro da Humanidade, alertando para o ressurgimento da Ásia na cena internacional e como a nossa relação com o ambiente pode obscurecer importantes conquistas políticas e económicas dos últimos 100 anos. 



«As múltiplas causas e consequências da modernidade.» E. Taylor Atkins, Northern Illinois University

«A grande força desta obra reside na perspetiva global e não Eurocêntrica.» Sarah Kovner, University of Florida