A Perdição de D. Sancho II

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Esta é a história do rei que Portugal não quis. Venceu batalhas e conquistou territórios, mas acabou só e longe do país que ajudou a crescer.   


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ISBN: 9789897245220 Edição ou reimpressão: Páginas: 400 Dimensões: 23.50 x 15.50 x 0.00 cm Peso: 528 Categoria: Temática:

A vida de Sancho II constituiu um dos períodos mais enigmáticos e obscuros da Idade Média portuguesa. O seu reinado foi marcado por um conflito quase permanente com a Igreja e com os representantes da nobreza tradicional. 

Sancho II chega ao trono com apenas treze anos sendo rapidamente manipulado por uma corte ávida de poder. Contra as expetativas de grande parte dos que o rodearam e de tantos outros que contra ele intrigaram, teve um dos mais longos reinados da primeira dinastia. O monarca nunca perdeu uma batalha e dilatou o território mais do que qualquer um dos antecessores, à exceção do bisavô, D. Afonso Henriques.

Excomungado por Roma, traído várias vezes pela Igreja, e por boa parte dos ilustres do reino, valeu-lhe um conjunto restrito de cavaleiros que nunca o abandonariam. Terá sido o amor a maior das fraquezas de Sancho II e a derradeira causa da sua perdição. 
A presença de Mécia Lopez de Haro, com quem casou aos trinta anos, causou grandes tumultos na corte e nas franjas populares e viria a ser o rastilho para a deposição do rei. Uma misteriosa conspiração leva a rainha do Paço Real da Alcáçova em Coimbra para o Paço de Ourém.

Sem se saber com exatidão os contornos deste episódio (rapto, rapto consentido ou fuga), na sua sequência D. Sancho II ruma a Toledo para nunca mais regressar a Portugal. Morreria poucos meses depois, em janeiro de 1248, não mencionando Mécia no testamento. O que se terá passado nessa noite? O que afastou o rei da sua nação?