
A Verdadeira História das Pandemias
Este livro apresenta uma abordagem histórica global às epidemias, os maiores assassinos dos seres humanos ao longo dos tempos.
«Uma análise brilhante do assunto mais importante dos últimos cinco milénios.» Steven Pinker, Universidade de Harvard
Os ciclos das pestes e doenças marcam o ritmo da ascensão e do declínio das civilizações. Mas as revoluções sanitárias e médicas dos últimos duzentos anos permitiram à Humanidade libertar-se do jugo dos ciclos epidémicos, dando origem a um mundo urbanizado, globalizado e inimaginavelmente rico.
Durante quatro mil anos, a dimensão e a vitalidade das cidades e das economias foram, em grande medida, determinadas pelas infecções. À medida que os impérios se afirmavam na Europa e na China, e ficavam interligados pelo negócio que atravessava as estepes asiáticas, as novas populações ficavam expostas às doenças. A peste abalou por duas vezes grande parte da Eurásia. A primeira vez contribuiu para o fim do Império Romano e deixou espaço para o crescimento do Islão nos seus territórios do Sul. A pestilência voltou a atacar por volta da segunda metade do século XIV, quando a Peste Negra exterminou uma percentagem significativa da Humanidade.
Quando os europeus descobriram o Novo Mundo, os seus patógenos foram com eles. Depois, foram os africanos a transportar algumas das mais antigas infecções da civilização humana para a América. Quando terminaram estas grandes mortandades, o mundo estava à beira de progredir drasticamente na luta contra as infecções. Os esforços globais nos últimos dois séculos — da lavagem das mãos à construção de sistemas de esgotos, passando pelo uso da penicilina, pela imunização e pelas redes mosquiteiras — salvaram milhares de milhões de pessoas.
Esta obra fundamental revela a relação entre a civilização, a globalização, a prosperidade e as doenças infecciosas ao longo dos tempos. Abrange a História, a economia e a saúde pública e traça o mapa do assinalável progresso da Humanidade, fornecendo uma visão fascinante e pertinente sobre a natureza cíclica das doenças infecciosas e a evolução civilizacional.
- O que já se disse e escreveu sobre ele -
«Envolvente… Uma grande visão histórica do papel crítico que a doença desempenhou na formação do comportamento humano e das sociedades.» Francis Fukuyama, autor de O Fim da História e o Último Homem
«Uma nova visão da História mundial – abrangente, humana e oportuna.» Tim Harford, autor e colunista do Financial Times
«Uma obra repleta de factos sobre as principais doenças infecciosas do passado e do presente.» Booklist
«Um livro fascinante.» Michael Kremer, Prémio Nobel da Economia
«Uma visão oportuna e lúcida no papel das pandemias ao longo da História.» Kirkus Reviews
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«[Este livro] seria fascinante em qualquer altura, mas, durante a presente pandemia, oferece aos decisores políticos, aos estudiosos e aos leigos que se interessam por saber como lidar com a covid-19 uma perspetiva histórica crítica e analítica.» Michael Kremer, professor da Universidade de Harvard e Prémio Nobel da Economia
«Ao longo da História, as doenças infeciosas têm sido derrotadas. A covid-19 também será derrotada. A brilhante obra de Charles Kenny é o livro do momento.» Gregg Easterbrook, autor de It’s Better Than It Looks
«Kenny escreveu uma narrativa concisa, erudita e que se lê muito bem, analisando a batalha prolongada e malthusiana da humanidade contra os patógenos mais mortíferos, da malária à varíola, passando pela cólera e pela covid-19.» Timothy C. Winegard, autor de The Mosquito: A Human History of Our Deadliest Predator
«Esplêndido […] A grande força desta obra é o uso que faz de uma análise histórica exaustiva […] É do melhor que há!» Dorothy Porter, autora de Health, Civilization and the State






