
Anno Domini 1348
«Um romance fascinante, e ainda um estudo bem documentado sobre o tempo medieval. (...) Uma obra a merecer a atenção.» Alice Vieira, Diário de Notícias
Com rigor e sensibilidade, este romance histórico reconstitui, num tom intimista, um destino comum marcado pelo correr do tempo. Uma delicada incursão pela alma humana, tendo como cenário uma época revisitada de forma vívida e realista.
Século XIV. A Peste Negra assola Portugal. O tabelião João Lourenço apercebe-se que apanhou a terrível doença e que lhe resta pouco tempo de vida. Refugia-se então em casa, passando os últimos dias a redigir o seu testamento e vendo os acontecimentos mais marcantes da sua vida desenrolarem-se diante dos olhos. As suas memórias, mais do que meras lembranças pessoais, são também a descoberta da História de uma terra macerada pela dor e de um tempo marcado pela fé, pelo amor e pela saudade.
Distinguido com o Prémio Literário Ferreira de Castro em Portugal, este romance foi também aclamado pela crítica europeia.
Imprensa
Um grande romance histórico.» Le Fígaro Litteraire
«(...) Vale a pena ler este livro e pensar os dispositivos do diálogo entre História e ficção a que ele despretenciosamente nos convida. Merece-o a elegância da sua escrita, a sensibilidade apurada da sua linguagem, a inventividade da sua articulação narrativa, a sageza dos seus núcleos interpretativos.» Jornal de Letras
«Este livro está coberto por uma luz infinitamente doce, infinitamente triste, a luz da memória da esposa, desde o primeiro encontro até à sua morte, vinte anos mais tarde. (…) Definitivamente, uma soberba história de amor.» Le Monde, França
«Sérgio Luís de Carvalho foi bem-sucedido ao inscrever habilmente a trama de uma existência lentamente desvendada num pano de fundo de uma História geral que permanece enigmática de várias formas.» L’Express, França
«Um belo exercício, passando de uma escrita intimista à descrição mais brutal, da melancolia mais elegíaca à crónica minuciosa de uma época (...). Um grande romance histórico.» Le Fígaro Litteraire, França
«Uma pequena obra-prima de uma austeridade sumptuosa.» Revista Lire, França
«Um belo romance, de um autor que já compararam a Umberto Eco.» Revista Acropolis, França
«Notáveis as descrições dos locais, de acontecimentos e de pessoas, que nos dão a impressão de se tratar de um livro escrito à luz de uma candeia.» Revista Spolia, Itália






