
LISBOA DO ESTADO NOVO
Lisboa, década de 1930. O Estado Novo está a nascer. As obras sucedem-se, dando à cidade uma dinâmica incomum. É o tempo de Duarte Pacheco, autarca, ministro, homem de ação, que renovou a cidade com equipamentos que faltavam: portos e hospitais, faculdades e parques, bairros sociais e estádios…
Lisboa, década de 1930. O Estado Novo está a nascer. As obras sucedem-se, dando à cidade uma dinâmica incomum. É o tempo de Duarte Pacheco, autarca, ministro, homem de ação, que renovou a cidade com equipamentos que faltavam: portos e hospitais, faculdades e parques, bairros sociais e estádios…
Em paralelo, um plano de realizações culturais dá novo ânimo à cidade. É o tempo de António Ferro e da Política do Espírito, forjadora de uma visão segundo os ditames do Estado Novo: exposições e museus, certames e marchas, festas e filmes…
Lisboa, anos 40. O regime começa a viver «habitualmente», segundo o presidente do Conselho de Ministros: Oliveira Salazar. A cidade acomoda-se. Duarte Pacheco e António Ferro saem de cena.
Em Lisboa do Estado Novo, é o desenvolvimento da cidade destes anos que observamos (e também o refluxo que se lhe seguiu), acompanhando a ação e o invulgar espírito de iniciativa destes dois homens. À sombra, sempre presente, do indiscutido e autoritário presidente do Conselho de Ministros.






