
A Idade da Inocência
Um romance dilacerante sobre as pressões sociais e a liberdade individual. O valor dos sentimentos e a escolha que cada um de nós pode fazer.
Esta obra-prima é o retrato de uma época dourada e uma incursão poderosa aos insondáveis recantos do desejo e da traição. Um livro intemporal sobre o futuro da História e a caducidade da vida. Com prefácio de Dulce Maria Cardoso, A Idade da Inocência integra a coleção Os Livros da Minha Vida e sobre ele escreveu a escritora portuguesa o seguinte: Sábio e convidativo. Um impiedoso retrato dos costumes da dúbia Idade Dourada. (…) Uma tentativa de libertação e não de asfixia.
O romance lírico e comovente de Wharton sobre as complexas relações entre as tradições da sociedade e os desejos individuais faz parte das grandes seleções de obras a não perder, tais como:
100 Melhores Romances – The Guardian
100 Melhores Romances de Sempre – Modern Library
100 livros que todos deveriam ler – Goodreads
1000 Livros para Mudar a sua Vida - TimeOut
1001 Livros para Ler antes de Morrer
BOOKS - The little black book
A Idade da Inocência é um fresco magistral do desejo e da traição da elite de Nova Iorque no final do século XIX. A história comovente de um homem confrontado com uma decisão dilacerante -- ou define a sua vida com coragem ou arruína-a sem misericórdia.
Newland Archer representa o apogeu da sociedade nova-iorquina no final do século XIX. Está noivo de May Welland, unindo assim duas das famílias da elite. Contudo, o regresso da condessa Olenska após separar-se do marido europeu irá perturbar o conservador grupo. Um retrato perturbantemente real das mulheres e dos homens encerrados numa sociedade que nega a humanização em nome da «civilização».
Apaixonado pela condessa Olenska e exasperado pelas restrições do mundo a que pertence, Archer errará em busca da felicidade ao mesmo tempo que procura amadurecer, imerso nas tradições que se vê coagido a seguir. O equilíbrio precário entre impulsos e desejos e o medo de se ser marginalizado levam Archer ao dilema existencial no cerne da narrativa.
A Idade da Inocência é um olhar crítico para o passado; com maturidade, Wharton pretende compreender os valores que guiaram a sociedade dos Estados Unidos até à Primeira Guerra Mundial, para então saudar a nova era que se iniciava. Publicado em 1920, foi o vencedor do Prémio Pulitzer no ano seguinte, pela primeira vez atribuído a uma mulher. Das diversas adaptações ao cinema, destaca-se o filme com o mesmo título de Martin Scorsese protagonizado por Michelle Pfeiffer e Daniel Day Lewis.
Imprensa
«A história de um casamento destroçado em Nova Iorque funciona como uma acusação feroz contra uma sociedade alienada da cultura.» The Guardian
«De certa forma, o clássico de Edith Wharton parece mais atual do que nunca. Mesmo que as circunstâncias descritas tenham desaparecido, ainda nos podemos reconhecer, e às nossas vidas, nas suas páginas. The New York Times
«Um dos melhores romances do século XX e um valor permanente para a literatura.» New York Times Book Review
«Há uma pureza cristalina na prosa e uma tristeza invernal na história. Entranha-se profundamente em nós.» Vulture
«Wharton é uma escritora extremamente sofisticada, sem cair em excessos, e o capítulo final avança no tempo de tal forma que o romance captura de forma devastadora a passagem de uma era.» BBC
«Não há outra mulher na literatura americana tão fascinante quanto a condenada condessa Olenska. (…) Agora que o preconceito contra a escritora praticamente caiu no esquecimento, ela emerge, tal como Henry James, como aquilo que são: gigantes, iguais, os deuses tutelares e benignos da literatura americana.» Gore Vidal






