
Amor Que Mata
Estaline, Hitler, Franco, Mussolini. Estes homens adoraram, usaram e executaram mulheres. Viveram com elas um único tipo de amor: o que mata.
Há uma relação direta entre a pequena história da intimidade e a grande e devastadora história das ditaduras.
«Falar de alguns dos tiranos mais conhecidos do ponto de vista das esposas e filhas, e do lugar que a mulher ocupava nos seus projetos megalómos, permite aprofundar a compreensão das tragédias sociais, recorrendo à análise das tragédias domésticas.» Rosa Montero
Hitler nunca quis assumir qualquer relação, consciente de que a sua "disponibilidade" seria um fator decisivo junto do eleitorado feminino. Estava certo.
Mussolini dizia que as mulheres eram como as massas, ambas feitas para serem violadas.
Estaline era violento e cruel com as mulheres, levando-as ao desespero, mas ponderava o suicídio quando elas morriam.
Franco ordenou as mais bárbaras execuções mas, na intimidade, era altamente influenciado pela mulher, desejosa de poder e dinheiro, que o construiu como o ditador.
Eis um livro sobre como as relações afetivas dos grandes ditadores mudaram a História do século XX.






