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Amor Que Mata

Estaline, Hitler, Franco, Mussolini. Estes homens adoraram, usaram e executaram mulheres. Viveram com elas um único tipo de amor: o que mata. 

Há uma relação direta entre a pequena história da intimidade e a grande e devastadora história das ditaduras. 

«Falar de alguns dos tiranos mais conhecidos do ponto de vista das esposas e filhas, e do lugar que a mulher ocupava nos seus projetos megalómos, permite aprofundar a compreensão das tragédias sociais, recorrendo à análise das tragédias domésticas.» Rosa Montero

Hitler nunca quis assumir qualquer relação, consciente de que a sua "disponibilidade" seria um fator decisivo junto do eleitorado feminino. Estava certo. 

Mussolini dizia que as mulheres eram como as massas, ambas feitas para serem violadas.

Estaline era violento e cruel com as mulheres, levando-as ao desespero, mas ponderava o suicídio quando elas morriam.

Franco ordenou as mais bárbaras execuções mas, na intimidade, era altamente influenciado pela mulher, desejosa de poder e dinheiro, que o construiu como o ditador. 

Eis um livro sobre como as relações afetivas dos grandes ditadores mudaram a História do século XX.

PortesSujeito a portes
DisponibilidadeEm stock
CampanhaPromo Flash Dia do Pai
Campanha válida entre09/03/2026 a 09/03/2026
ISBN9789898461933
Edição ou reimpressão28/08/2014
Páginas200
Dimensões23.50 x 15.50 x 1.35 cm
Peso342 g
ChancelaMatéria Prima
CategoriaLiteratura Internacional
Temática