
ALVES REDOL E O GRUPO NEO-REALISTA DE VILA FRANCA
A GÉNESE DE UMA DAS MAIS IMPORTANTES CORRENTES LITERÁRIAS DO SÉCULO XX E O NASCIMENTO DE UM GRANDE ESCRITOR
Nesta obra, o autor recorda a importância de Alves Redol e de um grupo de jovens que, ligados por uma sólida amizade e por preocupações cívicas, estéticas e literárias comuns, deram vida a um movimento que denunciava as injustiças sociais, enquanto estimulava, em simultâneo, o aparecimento de novos valores literários.
«Memória da generosa cumplicidade, rebeldia e capacidade de luta contra a ditadura salazarista que marcou na juvenília um conjunto de escritores (…), para quem a arte deveria ser um testemunho social e um instrumento no processo global de transformação do mundo, uma perspectiva fundadora de uma poética neo-realista. Com elos de fraternidade muito fortes, partilhavam saberes, afectos e o sonho de contribuir para um mundo mais justo em comunhão com as classes trabalhadoras.»
Vítor Viçoso, in Prefácio






