
As Grandes Conspirações da História de Portugal
São traições, conspirações e vinganças que moldaram Portugal. Eis um relato empolgante e rigoroso do lado mais sombrio da nossa História.
Dividido em três partes (Traições, Conspirações e Vinganças), este livro começa por nos conduzir pelo longo e sinistro caminho que vai do roubo das relíquias de Braga pelo arcebispo Gelmirez de Compostela , à Convenção de Sintra no final da I Invasão Francesa ou à ida de Jorge Jesus para o Sporting.
Quanto a vinganças, há-as para todos os gostos, desde as mais mitificadas como o castigo de D. Afonso Henriques em Badajoz por, supostamente, ter posto D. Teresa a ferros, às mais sinistras, como a Leva da Morte ou a Noite Sangrenta na I República. Ou, ainda, esse crime sem castigo que foi o assassínio de Humberto Delgado pela PIDE. Isto não esquecendo o humor, como quando Camilo Castelo Branco escreve que a morte por afogamento do Barão de Forrester foi «a maior vingança do rio Douro contra os detractores dos seus vinhos.»
Restam as conspirações, esse milenar desporto nacional. D. Sancho II traído pela nobreza e pelo Papa que só o alcaide de Coimbra, Martim Vasques, defende até depois do monarca morto. D. Dinis que urde uma teia onde tanto enrola o rei de Castela como o Papa, a um arrebatando as Terras de Riba-Côa e a outro convencendo-o a deixá-lo ficar como fiel depositário dos bens e segredos dos Templários. Ou os partidários do Mestre de Aviz que fazem um magistral exercício de manipulação das massas, amotinando o povo de Lisboa porque o conde de Andeiro queria matar D. João, quando era exatamente o contrário que se estava a passar no paço real.
E muito mais, para todos os gostos, encontrará o leitor neste As Grandes Conspirações da História de Portugal, um livro que o levará numa tripla viagem na máquina do tempo.
«A luta pelo poder através do engano, através dos séculos. (...) Das pulsões que movem a História - engano e poder -, Portugal país pequeno também tem a sua parte.» Irene Flunser Pimentel
«Um livro que nos dá a conhecer a dimensão humana da história do nosso País. Como Rui Cardoso mostra, Portugal foi construído por sentimentos e acções fortes.» Miguel Monjardino
«Rigoroso na investigação, livre na escolha, de leitura cativante, e literariamente muito bem escrito. Mas sobretudo provocador, no sentido positivo da palavra. Estamos, ansiosamente, à espera de mais... e depressa.» Pedro Gomes Barbosa






